E os ventos estão levando
Qualquer esperança
De amor que eu tinha.
Porque amor não se espera,
Se vive.
E que seja assim.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Futilidade
Vamos falar sobre futilidade. Vamos não, porque aqui sou só eu quem falo. Mas também é um convite para comentarem sobre o assunto. (Faço tudo por um comentário, podem até invadir o meu texto, se quiserem.)
Quem se sentir apto para ler e discutir sobre futilidade, continue.
Quem quiser ser um exemplo de futilidade, candidate-se e conte sua histórias superficiais.
Quem me odeia ou odeia o que eu escrevo, o que é muito dificil, saia. Ou fique, também. Porque temos que conhecer muito uma coisa para poder falar mal dela.
E futilidade é uma coisa que eu conheço. A dos outros, óbvio.
Perder tempo é a maior perda de tempo que pode existir. Perder tempo com um trabalho sem sentido, com uma discução desgastante, com um texto ruim ou um filme muito ruim é frustrante. Agora, perder tempo com futilidade é... Muito pouco.
Se preocupar enlouquecidamente com a aparência e com o que você vai mostrar para os outros é loucura. Assim como se preocupar com o que você vê dos outros. Ambas coisas são uma perda de tempo gigante.
Falando tudo isso, parece que estou dizendo o óbvio. Mas como diz meu pai, o que pode ser óbvio para mim pode não ser para outros. E certamente isso não é óbvio para pessoas fúteis.
Você é fútil?
Alguns sintomas de futilidade:
-Se importar mais com sua aparência do que com o que tem por dentro (sintoma básico e mais comum)
-Se preocupar com o que os outros vão pensar, e não com o que você pensa.
-Não pensar mais no que você pensa, pensar no que os outros pensam. (Estágio grave).
-Cobrar dos outros as mesmas coisas que cobram da sua aparência. (Fútil metida)
-Pensar pouco.
-Muito pouco.
-Não pensar mais.
-Começar a ficar parecida com a Barbie.
-Virar a Barbie.
E então, você é fútil?
Se ficou na dúvida, sim, você é fútil.
Se conseguiu descobrir, parabéns. Você ainda tem salvação.
Se se identificou com todas as coisas mas não lembra mais quais eram, já está pronta para namorar o Ken.
Boa noite, vou retocar a maquiagem.
Quem se sentir apto para ler e discutir sobre futilidade, continue.
Quem quiser ser um exemplo de futilidade, candidate-se e conte sua histórias superficiais.
Quem me odeia ou odeia o que eu escrevo, o que é muito dificil, saia. Ou fique, também. Porque temos que conhecer muito uma coisa para poder falar mal dela.
E futilidade é uma coisa que eu conheço. A dos outros, óbvio.
Perder tempo é a maior perda de tempo que pode existir. Perder tempo com um trabalho sem sentido, com uma discução desgastante, com um texto ruim ou um filme muito ruim é frustrante. Agora, perder tempo com futilidade é... Muito pouco.
Se preocupar enlouquecidamente com a aparência e com o que você vai mostrar para os outros é loucura. Assim como se preocupar com o que você vê dos outros. Ambas coisas são uma perda de tempo gigante.
Falando tudo isso, parece que estou dizendo o óbvio. Mas como diz meu pai, o que pode ser óbvio para mim pode não ser para outros. E certamente isso não é óbvio para pessoas fúteis.
Você é fútil?
Alguns sintomas de futilidade:
-Se importar mais com sua aparência do que com o que tem por dentro (sintoma básico e mais comum)
-Se preocupar com o que os outros vão pensar, e não com o que você pensa.
-Não pensar mais no que você pensa, pensar no que os outros pensam. (Estágio grave).
-Cobrar dos outros as mesmas coisas que cobram da sua aparência. (Fútil metida)
-Pensar pouco.
-Muito pouco.
-Não pensar mais.
-Começar a ficar parecida com a Barbie.
-Virar a Barbie.
E então, você é fútil?
Se ficou na dúvida, sim, você é fútil.
Se conseguiu descobrir, parabéns. Você ainda tem salvação.
Se se identificou com todas as coisas mas não lembra mais quais eram, já está pronta para namorar o Ken.
Boa noite, vou retocar a maquiagem.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
i can't
eu não consigo escrever por escrever.
talvez demore meses...
talvez eu morra sem escrever uma palavra sequer!
é melhor do que escrever por escrever...
tchau
talvez demore meses...
talvez eu morra sem escrever uma palavra sequer!
é melhor do que escrever por escrever...
tchau
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Dúvidas
Uma fila de gente,
Me interrogando por aí...
Tentando achar em mim,
O que eles querem saber
Sobre si mesmos.
*
Procuro alguma coisa,
Que não me esconderá.
Mas esse bendito poema,
Mesmo falando de mim,
Me deixa por trás dessas letras
E espaços em branco.
Nenhum vai, nenhum vem.
Num porto,
Onde nenhum barco saía,
E nenhum chegava...
Às vezes,
Eu ficava esperando por nada...
Só por saber e não me iludir,
Que um dia,
Alguma coisa chegaria...
A Camaleoa
Ela vinha com um vestido...
Sempre de cor diferente.
Os outros diziam que era sempre igual.
Mas pra mim,
Tudo nela,
As roupas dela,
E o seu rosto,
Acompanhavam a cor do dia.
*
Se eu pudesse sair correndo,
Gritando para todo mundo ouvir...
Se eu pudesse fazer isso,
Então eu poderia também sair voando.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
As ruas são longas de mais,
E a chegada já não é tão boa.
Nada é confortável,
Nem aconchegante.
O frio invade cada centímetro da minha pele,
Mas o sol está tão quente...
É um frio de dentro pra fora,
E eu posso ver a cor cinza que me cerca.
O cinza triste,
Sozinho,
Me envolvendo em uma bolha de concreto.
E a chegada já não é tão boa.
Nada é confortável,
Nem aconchegante.
O frio invade cada centímetro da minha pele,
Mas o sol está tão quente...
É um frio de dentro pra fora,
E eu posso ver a cor cinza que me cerca.
O cinza triste,
Sozinho,
Me envolvendo em uma bolha de concreto.
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