Agora o que resta,
É tomar um banho.
Aqueles em que as gotas
Ficam na ponta dos cílios.
Aqueles em que o calor
Tenta lavar a alma.
Em que o vapor,
Faz-me olhar lá no fundo.
Não adianta decepcionar-se
E não olhar para dentro.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Aquela ferrugem entre os dedos
O cansaço não me deixa
Segurar-me nas cordas,
E lutar pelo que deveria ser meu.
Eu simplesmente largo tudo no ar,
Com dor nas juntas.
Aquela dor enferrujada.
Segurar-me nas cordas,
E lutar pelo que deveria ser meu.
Eu simplesmente largo tudo no ar,
Com dor nas juntas.
Aquela dor enferrujada.
Mais uma da chuva.
A chuva aparece quando nada tem mais jeito...
Não que ela queira estragar tudo,
É que ela não tem jeito mesmo,
De aparecer em meio a alegria...
Não que ela queira estragar tudo,
É que ela não tem jeito mesmo,
De aparecer em meio a alegria...
sábado, 2 de abril de 2011
domingo, 13 de março de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
"Isso é normal para o tipo de gente de vocês."
Odeio gente que se acha importante por achar-se diferente dos outros. Quando apenas nós notamos nossa diferença, é porque algo está errado. Às vezes, para conviver com outras pessoas, é necessário perceber que de alguém sempre podemos tirar algo bom. E nunca, nunca pensar que tu és demais para se misturar com "esse tipo de gente de vocês". É uma regra simples de convivência, para quem quer ter convivência: Tu não podes apenas conviver com o teu "tipo de gente". Aprender a conviver é aprender a se jogar no meio dessa mistura entre flores e espinhos. Nada é tão bom, para não ficar melhor ainda misturado.
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