A vista, quando se transforma,
em um arco-íris de cores,
um tanto quanto agressivas!
É sinal de que devo sentar,
talvez pensar
um pouco na vida!
E se isso não der certo,
e se todos ao redor se desesperam!
É engraçado não ver como fiquei,
só saber do que disseram!
E como é mais fácil,
não se lembrar
do que nem vi para esquecer!
E rir, agora, com os outros,
quando todos acharam que eu iria morrer.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Não quero nomear este
A água
que como correnteza
perde a forma de pureza.
Levar o que é sujo,
consigo sem querer.
E quando eu arrasto gente
que eu não tenho nem certeza,
se quero ou não pra mim.
Me sinto como a água,
que ao correr pela rua,
leva, às vezes, algo ruim.
Rodei, rodei,
não disse nada.
Como folha na calçada,
que se arrasta e faz
barulho, toda amassada.
Com a imprecisão de depender do vento,
termino eu, este poema,
no relento.
Porque como, como é triste,
não ter controle de mim!
que como correnteza
perde a forma de pureza.
Levar o que é sujo,
consigo sem querer.
E quando eu arrasto gente
que eu não tenho nem certeza,
se quero ou não pra mim.
Me sinto como a água,
que ao correr pela rua,
leva, às vezes, algo ruim.
Rodei, rodei,
não disse nada.
Como folha na calçada,
que se arrasta e faz
barulho, toda amassada.
Com a imprecisão de depender do vento,
termino eu, este poema,
no relento.
Porque como, como é triste,
não ter controle de mim!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Pessoas assim como...
Cobras: aquelas que conseguem largar o veneno tão sutilmente, que nos fazem parecermos loucos quando revidamos em nossa defesa. Em caso de escolher não revidar, passamos o resto do dia aguentando o veneno rondando pelo corpo.
Insetos no verão
O cascudo
faz um barulho
como o zíper que fecha,
o que deixam aberto!
O cascudo faz questão
de abrir o verão
e fechar o inverno!
Como irrita
aquele barulho
perambulando no chão!
Assim que se vê,
que tudo na vida,
tem seus contras:
Até mesmo essa quente estação.
(Agora deu de poema, eu vou matar esse cascudo mesmo.)
faz um barulho
como o zíper que fecha,
o que deixam aberto!
O cascudo faz questão
de abrir o verão
e fechar o inverno!
Como irrita
aquele barulho
perambulando no chão!
Assim que se vê,
que tudo na vida,
tem seus contras:
Até mesmo essa quente estação.
(Agora deu de poema, eu vou matar esse cascudo mesmo.)
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