Dorme pra mim.
Me tranquiliza.
Dorme pra eu poder.
Saber.
Que o meu canto é doce
Pra ti.
Que o céu
Já vai sorrir.
Quando te ver.
Dorme.
Pra eu te acordar.
Amanhã.
Com teu sorriso
No meu rosto.
Eu vou.
Pedir pra te
Levantar.
Preparei o café.
Com doce,
Salgado
E nós.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Trocar o nome do blog?
Por que Escrevendo na Chuva?
Bom, eu já li o livro Caminhando na Chuva do Charles Kiefer sim, e não é uma imitação!
A verdade é que a ideia surgiu quando eu queria dar uma personalidade ao meu blog, que estivesse relacionada com o conteúdo ou o propósito dele. Não queria continuar tendo um blog com o meu nome, por exemplo.
Aí então, eu só coloquei no nome, o que eu já sabia: eu tinha uma vontade enorme de escrever na chuva. Isso porque eu me sinto super alterada quando chove, e antigamente (uns quatro anos atrás) eu escrevia apenas quando eu estava alterada (o que na maioria das vezes é o que começa a despertar a vontade de escrever, em qualquer pessoa).
Atualmente, eu já tenho um controle maior sobre a minha escrita (o que é ótimo, pelo menos do meu ponto de vista). No entanto, ainda tenho uns deslizes (graças à Deus, porque Deus me livre esse ser o meu auge!). Bom, o que eu queria dizer é que já passou do momento em que eu escrevia na chuva, hoje em dia já não é mais o clima que define se eu vou escrever e se vai ser bom ou não. O que define é a minha inspiração (aquelas ótimas que vem de vez em quando e não dá pra segurar) ou a minha insistência mesmo.
Era isso... E sim, estou pensando em trocar o nome do blog!
O que vocês acham?
Bom, eu já li o livro Caminhando na Chuva do Charles Kiefer sim, e não é uma imitação!
A verdade é que a ideia surgiu quando eu queria dar uma personalidade ao meu blog, que estivesse relacionada com o conteúdo ou o propósito dele. Não queria continuar tendo um blog com o meu nome, por exemplo.
Aí então, eu só coloquei no nome, o que eu já sabia: eu tinha uma vontade enorme de escrever na chuva. Isso porque eu me sinto super alterada quando chove, e antigamente (uns quatro anos atrás) eu escrevia apenas quando eu estava alterada (o que na maioria das vezes é o que começa a despertar a vontade de escrever, em qualquer pessoa).
Atualmente, eu já tenho um controle maior sobre a minha escrita (o que é ótimo, pelo menos do meu ponto de vista). No entanto, ainda tenho uns deslizes (graças à Deus, porque Deus me livre esse ser o meu auge!). Bom, o que eu queria dizer é que já passou do momento em que eu escrevia na chuva, hoje em dia já não é mais o clima que define se eu vou escrever e se vai ser bom ou não. O que define é a minha inspiração (aquelas ótimas que vem de vez em quando e não dá pra segurar) ou a minha insistência mesmo.
Era isso... E sim, estou pensando em trocar o nome do blog!
O que vocês acham?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Nenhum nome
Era tão matemática,
Tão exata,
E tão fria.
Partiu seu próprio coração,
Em ângulos exatos,
Como pizza.
E aí então comeu
Pedaço por pedaço.
Para nunca mais sentir nada.
E dentro do estômago,
Às vezes ainda se ouve,
Uma batida bem sonora.
Ela olha,
Não se comove,
Nem chora.
Diz que o gosto é amargo.
Mas mesmo assim, não se compara.
Ao gosto de sofrer.
Tão exata,
E tão fria.
Partiu seu próprio coração,
Em ângulos exatos,
Como pizza.
E aí então comeu
Pedaço por pedaço.
Para nunca mais sentir nada.
E dentro do estômago,
Às vezes ainda se ouve,
Uma batida bem sonora.
Ela olha,
Não se comove,
Nem chora.
Diz que o gosto é amargo.
Mas mesmo assim, não se compara.
Ao gosto de sofrer.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Sorri sem alegria.
Menti por não estar à vontade.
Quase pedi para sentir dor.
Colhi uma planta ou outra,
Botei num vaso,
Mas elas não se regam sozinhas.
Curti a morte,
Que nem me tinha.
Mas esqueci de marcar meu velório.
Larguei de tudo,
Sem nenhuma mágoa.
Eu simplesmente não senti nada.
Quis colocar tudo e todos fora.
Mas para a minha surpresa
Até fazer lixo cansa.
Aí então agora escrevo,
Mas tudo no meu pensamento,
Porque papel e caneta pesam demais.
Menti por não estar à vontade.
Quase pedi para sentir dor.
Colhi uma planta ou outra,
Botei num vaso,
Mas elas não se regam sozinhas.
Curti a morte,
Que nem me tinha.
Mas esqueci de marcar meu velório.
Larguei de tudo,
Sem nenhuma mágoa.
Eu simplesmente não senti nada.
Quis colocar tudo e todos fora.
Mas para a minha surpresa
Até fazer lixo cansa.
Aí então agora escrevo,
Mas tudo no meu pensamento,
Porque papel e caneta pesam demais.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Convulsão
A vista, quando se transforma,
em um arco-íris de cores,
um tanto quanto agressivas!
É sinal de que devo sentar,
talvez pensar
um pouco na vida!
E se isso não der certo,
e se todos ao redor se desesperam!
É engraçado não ver como fiquei,
só saber do que disseram!
E como é mais fácil,
não se lembrar
do que nem vi para esquecer!
E rir, agora, com os outros,
quando todos acharam que eu iria morrer.
em um arco-íris de cores,
um tanto quanto agressivas!
É sinal de que devo sentar,
talvez pensar
um pouco na vida!
E se isso não der certo,
e se todos ao redor se desesperam!
É engraçado não ver como fiquei,
só saber do que disseram!
E como é mais fácil,
não se lembrar
do que nem vi para esquecer!
E rir, agora, com os outros,
quando todos acharam que eu iria morrer.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Não quero nomear este
A água
que como correnteza
perde a forma de pureza.
Levar o que é sujo,
consigo sem querer.
E quando eu arrasto gente
que eu não tenho nem certeza,
se quero ou não pra mim.
Me sinto como a água,
que ao correr pela rua,
leva, às vezes, algo ruim.
Rodei, rodei,
não disse nada.
Como folha na calçada,
que se arrasta e faz
barulho, toda amassada.
Com a imprecisão de depender do vento,
termino eu, este poema,
no relento.
Porque como, como é triste,
não ter controle de mim!
que como correnteza
perde a forma de pureza.
Levar o que é sujo,
consigo sem querer.
E quando eu arrasto gente
que eu não tenho nem certeza,
se quero ou não pra mim.
Me sinto como a água,
que ao correr pela rua,
leva, às vezes, algo ruim.
Rodei, rodei,
não disse nada.
Como folha na calçada,
que se arrasta e faz
barulho, toda amassada.
Com a imprecisão de depender do vento,
termino eu, este poema,
no relento.
Porque como, como é triste,
não ter controle de mim!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
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