domingo, 9 de agosto de 2009
Domingo Chuvoso
Deixa eu pensar o que eu fiz hoje... Se é que alguém se interessa em saber... Acordei, fiz a salada de maionese para o churrasco que a minha mãe estragou colocando a clara de ovo, comi, mas comi muuuuuito, depois comi chocolate derretido (alpino), sequei a louça, vim pro computador, olhei algumas coisas por aqui com minha irmã e meu cunhado, passei na locadora, fui na casa do meu namorado, olhamos o filme "O Menino do Pijama Listrado" (é muito triste, mas é bom), tomei café, cheguei de lá as onze horas da noite, faz quarenta e seis minutos, e comi duas torradas de chocolate com queijo... Minha mãe e meu pai roubaram pedaços, estão foi uma torrada, mais ou menos... É, eu ainda não estou gorda!
Agora estou aqui, postando porque um amigo meu perguntou se eu já tinha postado alguma coisa hoje, minha vida não é nada interessante para que eu lembre de postar...
Se algum dia eu for pra Disney, ganhar na loteria, encontrar o Paul McCartney, ressuscitar o John Lennon, ou morrer, não se preocupem que eu posto!
Ah, sobre a gripe suína, ou gripe A, tanto faz, que todos estão falando... Tem até gente conhecida minha que pegou! Mas não se preocupem, não passarei para vocês porque eu nunca vejo esta pessoa. Mas só para vocês verem como o negócio está perigoso, né? (eu e a globo não paramos de falar disso)
Por isso, vou alertar ao meu querido colégio para que prolonguem as férias até primeiro de setembro, todos os alunos e famílias agradecem!
Se alguém leu isto daqui, muito obrigada pela atenção de fim de domingo e desculpe subestimar e duvidar de sua paciência, hehehe!
Beijo, beijo! Até amanhã! :D
-tentarei começar a postar todos os dias!-
sábado, 8 de agosto de 2009
Sorria
E sinta.
Sinta que sua emoção pode ser enorme, mas você não pode abraçar o mundo. Por mais que você queira. Nem todo mundo quer ser abraçado. E abraçar todo mundo, é impossível. Dê valor às pessoas que você sempre abraça e aos sonhos que você pode abraçar.
Abra os olhos.
E veja.
Veja que a vista pode ser enorme e linda, mas você não pode ver o mundo todo.
Por mais que você queira. Nem todo mundo quer ser visto e encara seu olhar como uma coisa boa. E ver todo mundo, é impossível. Dê valor às coisas que você sempre vê e que querem ser notadas e vistas por você.
Sorria. Expresse toda a sua felicidade. Você pode sorrir para todo mundo. Não selecione as pessoas que merecem ou não o seu sorriso, sorria para as pessoas que merecem, para as que não merecem e para você mesmo. Você pode sorrir para o mundo. Talvez no seu sorriso, alguém encontre esperança e vontade de sorrir.
Sábado Chuvoso
Sabe o que que eu fiz hoje? Gravei dois cd's com músicas da moda, olhei um filme que não pude olhar a cena final porque ficaram me enchendo o saco na sala, olhei sapatos pela manhã, fui comprar um tenis que SAIU DE LINHA (que raiva, odeio a nike!), e escrevi uns textos... Agora, to escutando Los Hermanos - quase todas as músicas do Bloco do Eu Sozinho - e conversando com uns amigos, reclamando sobre algumas coisas.
Gente, to apavorada com essa gripe suína. Cara, que loucura isso, né? Minhas férias que iam ir até o dia 3 de agosto, foram até o dia 10 e agora estão indo até o dia 17.. Vamos ver quanto tempo vai durar isso, hein! Essa folguinha até que está sendo boa, mas ia ser bom se fosse por uma boa causa, né? To começando a ficar com medo dessa gripe, agora.
Acho que vou ficar escrevendo aqui até amanhã porque hoje eu to com uma vontade imensa de escrever... Depois eu vou por um dos textos aqui, que eu terminei de escrever ontem e ele tava no meu computador desde o mês retrasado, passado, ou até antes.
Ah, ontem o meu dia foi rasoável... Mas eu ando meio... Sei lá, sabe?
Tá feia a coisa pro meu lado! Não sei o que tá acontecendo, mesmo. Hdoahdaoia!
Mas não se preocupem, se é que tem alguém lendo ou que vai ler isso daqui.
Amanhã, eu espero que o dia seja melhor que ontem e MUITO melhor que hoje!
Beijo, beijo. Vou postar o texto!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O Poema
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Sandra
Sandra passava muito tempo tentando ser outra coisa.
Disfarçando o que era, e sendo o que não era.
Seu rosto pesava de tanta maquiagem, suas roupas chamavam atenção para os lugares mais óbvios, suas falas eram decoradas e seu olhar era vazio.
Seu emprego era o da moda, sua faculdade também. As músicas eram as da hora, e seus programas de fim de semana eram sempre agitados.
Alguns invejavam a vida de Sandra. Invejavam seu glamour, seu brilho, seu charme, seu dinheiro, seu amigos, seu namorado, seu amante, seu cheiro, seu cabelo, suas pernas, suas roupas, sua casa, seu carro... Invejavam até o rosto que ela inventava em cima do verdadeiro.
As amigas do salão de beleza mostravam os olhos queimando enquanto olhavam para os cabelos sedosos de Sandra.
A vizinha, que se escondia para despachar o bêbado do bar da esquina todos os dias às cinco horas, antes do marido chegar do trabalho, quase morria quando via o gostosão de 20 anos saindo escondido da casa de Sandra, dentro de uma BMW.
Quando Sandra ia naquelas reuniões, quase conseguia acreditar que realmente entendia daquele assunto que estavam tratando, como acontecia de acreditar que realmente gostava daqueles eventos em que era praticamente exigido o uso de um salto de
Mas dava pena ao notar que estava nela acreditar que o modo dela se vestir, que o modo dela tentar se manter a cima dos outros, que o jeito dela achar necessário provar que pode mais, era mais importante do que o que ela sabia, ou o que ela sentia, ou o que ela havia aprendido com seus pais...
Dava pena ao pensar que quando ela chegava em casa à noite, muito cansada, ela descia daquele pedestal onde ela achava que estava, e soltava os cabelos, tirava a maquiagem, tirava o salto, falava o que queria, se olhava no espelho, e chorava. Chorava por odiar o que ela era, e por fingir ser o que queria.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Sol
O que me solta.
O que me ganha.
O calor que jamais tive, eu posso conseguir.
O brilho que jamais me deram, eu posso atrair.
E quando eu olho para fora,
E não vejo o sol...
É como se eu esfriasse...
É como se eu não brilhasse mais...
A cor fosca toma conta de mim.
E o nublado, nota-se no meu olhar.
Palavras
Continua no mesmo lugar com as mesmas pessoas.
Os problemas...
Ela fecha os olhos e novamente os abre.
Os problemas continuam com ela. Dentro e fora dela.
Ela respira fundo, os outros olham para ela. Ela quase chora. Quase.
Mas daí segura as lágrimas por lembrar que não se limpa os problemas com elas, e que elas não vão levá-los embora.
Seus olhos ficam vermelhos, seu nariz arde e sua garganta dói.
Mas o coração sente uma coisa muito pior, que não passa. Não se cura.
Ela fecha os olhos. Uma única lagrima acumulada escorre. Ela seca rapidamente com seu moletom do México. Comprado no México em sua ultima viagem. No bolso, um bilhete. Lido e relido muitas vezes. Já meio amassado e manchado.
Ela pega e lê novamente. Uma lágrima pinga sobre ele, borrando as ultimas letras do “Fui embora.”.
Duas palavras. Apenas duas. Duas palavras que levaram tudo que ela tinha, ou achava que tinha. Duas palavras que trataram de deixar só agonia, solidão, desespero.
Era como se estivesse escrito pedindo para que ela não vivesse mais, para que ela não sorrisse mais, para que ela nunca mais amasse.
E era exatamente o que ela fazia.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Dentro de nós
Estamos vestindo por dentro,
A cor incrivelmente escura
Do seu pelo.
E junto com as lembranças,
Vertem as lágrimas
Incontroláveis de nossos olhos,
Para que um dia,
Junto com as lembranças,
Vertam os sorrisos
Incontroláveis de nossas bocas.
Dedicado a Mini, a gata que ninguém nunca,
nunca vai esquecer!
Saudades, minha véia!
terça-feira, 24 de março de 2009
A Gata
Sentada nos degraus
Onde muitos já tinham pisado,
Eu olhava para a velha gata preta,
Que pelos seus olhos dourados,
Olhava para as folhas
Circulando dentro do redemoinho.
Para ela, aquilo não fazia mais sentido.
Não como antes, quando tudo era novidade,
E ela corria atrás das folhas enlouquecida.
Agora, aquele círculo de vento,
Era mais que comum, e foi perdendo a graça.